Um bom, minucioso e eficiente exame clínico poderá ser feito na gestante com a intenção de detectar alguma doença bucal, mesmo não sendo a queixa principal da consulta. Pois, doenças na boca da mãe podem ser muito prejudiciais para ela, mas acima de tudo para o bebê em formação!

Sim, doenças na mãe afetam diretamente o bebê! Há inúmeras pesquisas e estudos sérios que evidenciam a relação entre infecções periodontais graves em gestantes com partos prematuros, nascimentos de bebês de baixo peso, abortos, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras.

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Os altos níveis dos hormônios progesterona e estrógeno, aumentam em muito a vascularização (circulação sangüínea) da gengiva, os enjôos e vômitos freqüentes e a mudança de hábitos alimentares (comem mais vezes e/ou mais doces) aumentam a acidez bucal, pois há constantemente formação de placa bacteriana ou biofilme dental. Presença constante e ininterrupta de placa bacteriana deixa os dentes e mucosas mais vulneráveis às cáries e às infecções na gengiva e estruturas que sustentam os dentes. Porém, estar mais vulnerável não significa ter a doença! É só higienizar melhor e mais freqüente, além de se alimentar de maneira certa e saudável!

E se a grávida apresentar tais doenças ela deve SIM receber tratamento odontológico enquanto grávida e JAMAIS protelar o tratamento para depois. As consequências serão muito piores. Atualmente, existem condições plenas de atendimento odontológico consciente, especializado e de primeiríssima qualidade para grávidas. Procure um profissional atualizado, competente e de preferência que tenha ótimas referências pelo trabalho prestado. Não aceite protelar, salvo em casos gravíssimos. Não olhe o preço, vale a pena investir em você e em seu filho! É a sua vida e a de seu filho que estão em questão!

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