A companhia de um animal de estimação é indispensável para muitas pessoas, eles alegram a casa, são companheiros, verdadeiros parceiros, membros da família. Mas e quando os donos do bichinho descobrem que terão um bebê, como será a convivência com ele? Quais os cuidados que devemos ter? E depois que o bebê nascer, como o bichinho vai reagir? Teremos que isolá-lo em alguma parte da casa? Algumas mulheres acreditam que devem se desfazer dos animais depois que engravidam, temendo ter problemas na gravidez, ou mesmo na convivência do bichinho com o bebê, após nascimento.

cachorro-crianca-pequena02

Primeiro, devemos lembrar que o animal de estimação, não é um objeto para ser colocado de lado, temos que ter consideração e acima de tudo responsabilidade com o animalzinho que até então nos deu muito carinho. Claro que precisamos tomar alguns cuidados que variam de acordo com o tipo de animal.

Manter os animais vermifugados, bem higienizados e com as vacinas em dia, são os primeiros cuidados que devemos ter. O seu pet deve estar saudável e bem cuidado, por isso as visitas no veterinário são indispensáveis. Assim que se descobre a gravidez é importante ir ao veterinário se informar de cuidados necessários e básicos que devemos ter com o animal nessa fase, caso ele fique dentro de casa, utilizando os mesmos espaços que você. Avise também ao seu obstetra, para que ele lhe indique a melhor forma de você se cuidar perante o animalzinho.

Não é muito indicado que grávidas tenham contatos com urina e fezes de animais, então peça que outro membro da casa faça essa limpeza para você. Cuidado com animais de porte grande, pois podem te derrubar.

Quando o bebê nascer, o ideal é que o bichinho não divida o mesmo espaço com o bebê, como o quarto do bebê, pelo menos nos primeiros dias.

Mantenha a higiene do animal e lembre que por mais manso e inofensivo que o seu bichinho pareça ser, nunca deixe o seu filho sozinho com ele. Por ciúme, brincadeira ou curiosidade, ele pode machucar o seu bebê.

Conforme a criança vai crescendo, vai interagindo mais com o bichinho e muitos ainda não diferenciam o ursinho de pelúcia, que ele pode jogar de um lado para o outro, do seu bichinho de estimação, podendo machucá-lo. Os animais são irracionais, portanto, quem deve pensar nesses riscos somos nós.

As crianças que crescem convivendo com animais de estimação aprimoram o desenvolvimento físico, mental e emocional.

Enquanto brinca com o seu bicho de estimação, o bebê desenvolve a coordenação motora, descobre o que é ser responsável, aprende a conviver socialmente e a tratar um outro ser vivo com respeito e dedicação. A companhia de um animal desperta sensação de bem-estar físico e mental. O afeto entre o pet e seu dono pode, inclusive, ajudar no tratamento de depressão, autismo e até câncer infantil, já que o animal fortalece a autoestima dos pequenos e os ajuda a ficar mais alegres para combater os problemas de saúde.

http://caras.uol.com.br/bebe/animal-estimacao-pet-casa-bebe-crianca-saude

Estudos comprovam, que crianças que convivem com animais de estimação, desde os primeiros dias de vida estão menos propensas a desenvolver alergias, pois o sistema imunológico se acostuma com os agentes alergênicos encontrados em animais.

Para as mamães e papais que querem dar um bichinho de estimação para o seu filho, vale ir ao veterinário antes, para se informar sobre o melhor bichinho. Ele lhe orientará quanto as questões de saúde e prevenção de doenças do seu animalzinho, principalmente das doenças que são transmitidas dos animais para o ser humano. Consulte também o pediatra para que ele lhe informe, de acordo com a saúde do seu filho o melhor animalzinho para ele. Para uma criança que nunca conviveu com um bichinho com pelos e tem bronquite por exemplo, não é recomendado que ela tenha um gato como animal de estimação. O bom senso deve prevalecer.

Essa tabela abaixo é bem legal e ajuda na hora da escolha.

info_animal (1)

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.